Principal   |   Fale com o presidente   |    Downloads   |   Galeria de fotos   |   Fale conosco   

 

 

   :::. Institucional

  ::. Apresentação

  ::. Mensagem do presidente

  ::. Histórico

  ::. Diretoria

  ::. Conselheiros

  ::. Equipe

  ::. Legislação

  ::. Fiscalização

 

   :::. Serviços

  ::. Pessoa física

  ::. Pessoa jurídica

  ::. Downloads

 

 

   :::. Sala de imprensa

 ::. Galeria de Fotos

 ::. Notícias

 ::. Jornais

 ::. Links

 

   :::. Canal Científico

  ::. Publicações

  ::. Cursos e eventos

  ::. Cursos de farmácia

  ::. Área de atuação

  ::. História da Farmácia


::. EUA querem reduzir antibiótico presente na carne


 

A batalha para evitar o crescimento de cepas de bactérias ultrarresistentes aos antibióticos tem uma nova frente: os alimentos de origem animal.

 

O alerta foi feito na semana passada pelo FDA, órgão regulador de medicamentos e alimentos dos EUA, que produziu um relatório sobre a importância de reduzir e controlar o uso desses medicamentos em animais destinados ao consumo humano.

 

O documento, que não tem caráter de lei, busca conscientizar os produtores.

 

O FDA emitiu o alerta baseado em estudos mostrando que o uso desses remédios contribui para o desenvolvimento de bactérias que infectam seres humanos e não respondem aos medicamentos.

 

Para David Uip, diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, o problema da resistência bacteriana é multifatorial e é preciso reavaliar as práticas de vários setores para combatê-lo.

 

"O surgimento de novas cepas nas comunidades também está relacionado ao uso de antibióticos em produtos alimentares, mas é claro que não é só isso", diz Uip.

 

Entre os antibióticos usados em animais, há medicamentos que combatem bactérias como estafilococos e enterococos, que contaminam humanos e desafiam a medicina com o surgimento de cepas mais resistentes.

 

"Para criar novos antibióticos, precisamos de milhões de anos. Temos de criar políticas globais para evitar que as bactérias [em circulação] parem de responder aos remédios existentes", diz Uip.

 

Antibióticos são usados em gado e em aves para tratar doenças que podem vitimar os animais e contaminar humanos. O animal só é encaminhado para abate após estar curado e passar por um período de carência, no qual os resíduos do medicamento são eliminados.

 

"De três a cinco dias após a medicação ser suspensa, não há mais resíduo do antibiótico na carne", diz Cláudio Alvarenga, coordenador de defesa agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP.

 

Mas as bactérias resistentes se desenvolvem antes de o animal ser destinado ao consumo, especialmente com o uso prolongado de baixas doses de antibióticos nos animais, segundo a Organização Mundial da Saúde.

 

A utilização de antibióticos, assim como de outros medicamentos veterinários, é regulamentada pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento. Na lista de produtos autorizados estão alguns grupos de antibióticos.

 

Como o produtor não precisa de receita médica para adquirir os remédios, é difícil saber se o antibiótico está sendo usado sem exagero.

 

"Exigir receita e orientação de um veterinário pode ajudar no controle e reduzir o risco de criarmos bactérias resistentes", diz Alvarenga.

 

Fonte: Folha Online

 

 

 

::. Notícias do Dia:

05 de julho de 2010

::. Anvisa limita dose diária de substância usada em tratamento para emagrecer

::. "Medicamento para ovulação é testado contra "menopausa masculina"

::. EUA querem reduzir antibiótico presente na carne

 

 

 

 

< Voltar para Notícias

<< Voltar para Página Principal

 


 
Conselho Regional de Farmácia - Pará / Amapá - 2010 © Todos os Direitos Reservados