A Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
publicou, nesta segunda-feira (26),
no Diário Oficial da União,
resoluções com medidas suspensivas
para produtos e medicamentos em
situação ilegal. Entre elas, a
proibição comercial de lote
falsificado do medicamento Viagra.
As medidas valem para todo o país.
Medicamentos
A Anvisa determinou a apreensão e
inutilização do lote A202971 do medicamento Cialis (RE
3.497/2010) e do lote 80483004/F do Viagra (RE
3.499/2010), por terem sidos objetos de
falsificação.
Os dois medicamentos são indicados
para tratamento de disfunção erétil.
Produtos irregulares
A Agência suspendeu, também, a
importação do produto Bircabonato de Sódio (RE
3.495/2010), produzido pela empresa alemã
Presenius Kabi Deutschland GMBH, com filial no Brasil. Foram
encontradas irregularidades durante inspeção na fábrica da
empresa.
O produto Coloração Creme Cor &
Ton com Queratina Silicone e Filtro UV/Castanho Claro Acobreado,
da marca Niely, fabricado pela Niely do Brasil, após a data de
24/07/2006, teve sua fabricação, distribuição comércio e uso
suspensos (RE
3.498/2010). Também não podem ser
comercializados os saneantes domissanitarios fabricados pela
empresa J M Comércio de Produtos e Limpeza, de Santa Catarina (RE
3.496/2010). Os produtos não possuem registro
na Anvisa.
A mesma medida se aplica aos lotes
048918 e A53049-0 do produto Haste para Gancho DTT Transversa e
ao lote A56372-0 do produto Haste Intramedular Femoral
Bloqueada, fabricado em 10/06/2009 (RE
3.500/2010). A empresa Engimplan, com sede em
São Paulo, é a responsável pela fabricação. Os produtos estão
sendo comercializados com matéria prima diferente da que consta
no processo de registro na Agência.
O que é a suspensão?
A suspensão de um ou de todos os
lotes de determinado produto é definitiva e tem validade
imediata, após a divulgação da medida no Diário Oficial.
O recolhimento (retirada do mercado)
é de responsabilidade do fabricante.
O usuário que já tiver adquirido
algum produto dos lotes suspensos (o número do lote é impresso
na embalagem) deve interromper o uso. No caso de tratamentos que
não podem ser interrompidos, o usuário deve procurar o médico
para receber orientações.
Fonte: Anvisa